“A Força que nos move é a mesma que estremece as sementes com sua mensagem imemorial de Vida.”


Rolando Toro Araneda

Apresentação

Somos uma associação profissional sem fins lucrativos, constituída pelos facilitadores de Biodanza, titulados e em supervisão que desejam aderir, formados pelas Escolas de Biodanza, Sistema Rolando Toro de Portugal, (atualmente três, a funcionar no Porto, Lisboa e Algarve), e integrados na IBF (International Biocentric Foundation), organização sediada na Irlanda, que coordena o movimento de Biodanza no mundo.


Somos uma entidade ao serviço dos facilitadores que nos constituem, e temos como principais propósitos:
  1. Regular o exercício da facilitação cultivando pautas de integração que permitam a edificação da identidade do Facilitador;
  2. Moderar a relação inter pares potenciando a união a partir de uma base afetiva;
  3. Promover a atualização de conhecimentos e competências complementares importantes para o exercício da facilitação;
  4. Envolver um número crescente de pessoas, organizações, escolas, instituições, no intuito de desenvolver uma cultura Biocêntrica.
  5. Fomentar de forma sustentável a prática da Biodanza
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A nossa História

A nossa história enquanto associação está intimamente ligada à história da Biodanza em Portugal. Como todas as histórias, também esta é uma história feita de pessoas, e não seria possível contá-la sem o contributo da Neusa Tobias através da sua monografia de titulação: “Biodanza em Portugal: Da Génese do Movimento à Associação Portuguesa de Facilitadores de Biodanza”, que será a fonte de referência permanente desta história.

  • Com o término da formação da Turma I, (2005-2008), e com o desafio de se lançarem na facilitação, os facilitadores sentiram necessidade de criar um espaço comum e de união. Nuno Pinto, elemento conhecedor da necessidade da maioria dos novos facilitadores no lançamento dos seus novos grupos, consciente da necessidade de um movimento estruturado e orgânico capaz de apoiar esta fase inicial da facilitação, reuniu-se com os restantes facilitadores, surgindo o Núcleo de Facilitadores de Biodanza, que visava desde logo a comunicação entre todos os facilitadores e promoção de ações conjuntas para a comunidade.
  • O Núcleo de Facilitadores de Biodanza foi formado no início de 2011 com o Nuno Pinto como mobilizador e mentor, e a Geane Bonfim na criação e gestora da conta de email e do site/blogue. Fizeram parte da génese do Núcleo de Facilitadores de Portugal: Ana Alçada Baptista, Ana Antunes, Ana Maria Silva, Ana Melo, Cristiane Abecassis, Cristiano Martins, Elmo Camilo, Elsa David, Geane Bonfim, Guida Gama, Irene Franco, Lara Serra, Lúcia Barros, Maria Broco, Nuno Pinto, Raquel Bontempo, Sandra Matos, Vera Cavaleiro, Virgínia Rodrigues, Patrícia Alves.
  • Ao longo do ano de 2011, os membros do Núcleo de Facilitadores promoveram diversas ações conjuntas em 2 polos de Portugal:                                                                                                                                                                                                                                                     a) na área da grande Lisboa, aconteceram uma série de 6 open-classes que tinham como objetivo mobilizar o movimento de Biodanza em Lisboa e arredores, atraindo quem tinha feito esporadicamente Biodanza e também quem não a conhecia. Assim, com dinâmica e quórum, (com nível médio de participação superior a 100 elementos), permitiam que novos praticantes pudessem ingressar os grupos regulares existentes, promovendo assim os diversos grupos regulares dos facilitadores em atividade.                                                                                                                                                                                                                                                                                         b) no norte de Portugal, os facilitadores, membros do Núcleo de Facilitadores de Biodanza, promoveram vários encontros entre os diversos grupos, nas várias regiões, (Porto-Eixo Norte), onde já havia grupos com aulas regulares. Nesta fase, até ao início de 2011, a norte existiam poucos facilitadores titulados ou em supervisão e, em consequência, poucos grupos regulares abertos. Cada grupo estava muito isolado, assim como cada facilitador, pelas grandes distâncias geográficas que os separavam, Ana Maria Silva (Gaia - Porto), Ana Maria Antunes (Barcelos), Ana Melo (Leiria), Guida Gama (Guimarães), Raquel Bontempo (Aveiro). Estes encontros visaram criar, com a matriz dos diferentes grupos de facilitadores, uma dinâmica mobilizadora de divulgação, de forma a atrair potenciais interessados a ingressar no grupo da região onde ocorria o encontro. Estes encontros possibilitavam, ainda, aos alunos já em grupo regular uma vivência numa grande matriz, de forma a reforçar o vínculo ao Sistema Biodanza.
  • Com a conclusão da Turma II, (2008-2011), muitos foram os novos facilitadores em supervisão que se lançaram na abertura dos seus próprios grupos, por todo País, principalmente na área da grande Lisboa. Estes desejavam integrar-se no Núcleo de Facilitadores de Biodanza, assim como nas suas ações, fazendo parte da expansão do movimento; Contudo, a estrutura do Núcleo de Facilitadores de Biodanza não estava preparada para receber, no imediato do término da Turma II, estes novos facilitadores. A dinâmica do Núcleo de Facilitadores de Biodanza, conhecida até aí, teria de sofrer alterações pela dificuldade sentida de os integrar na dinâmica das ações do Núcleo, que estava preparada para 12 a 14 facilitadores. Sentiu-se a necessidade de encerrar o ciclo das open-classes, pois entre outras razões, na prática, não estavam de facto a impulsionar o movimento de chegada de novos alunos aos grupos regulares.
  • O ano de 2012 é crucial no desenvolvimento que se segue, dado que os facilitadores pertencentes ao núcleo, agora já com os novos facilitadores resultantes da Turma II, rapidamente perceberam que se deixariam de conhecer e conseguir contactar diretamente, por não haver um espaço comum de encontro regular e pelo progressivo aumento do número de facilitadores. Adicionalmente, tendo em conta o início simultâneo das turmas III (no Porto), e IV (em Lisboa), (2011-2014), percebeu-se o quanto seria importante avançar para a constituição de uma associação profissionalizada de facilitadores o mais rápido possível, com pautas bem definidas, nomeadamente estatutos, órgãos sociais, ética, que pudesse resultar em crescimento sustentável e harmonioso, com pautas biocêntricas entre pares.
  • Com esse propósito, deram-se início a uma série de 6 encontros oficiais entre facilitadores de Biodanza, que ocorreram entre 2012 e 2014, em diversos pontos do país. Estes encontros revelaram-se decisivos no processo de construção da Associação Portuguesa de Facilitadores de Biodanza, que veio a acontecer em Setembro de 2014, com a constituição oficial mediante escritura pública, tendo a primeira Comissão de Serviços, sido integrada por Horácio Lopes, (Moderador), Ana Maria Silva (Secretária), Neusa Tobias (Tesoureira), que cumpriram mandato até 28 de Fevereiro de 2016. No que toca às primeiras Subcomissões de Ética e de Formação e Divulgação, foram integradas por Álvaro Ferreira, Elsa David e Nuno Pinto, (Subcomissão de Ética), e por Ana Melo, Cláudia Farinha e Fernanda Pinto (Subcomissão de Formação e Divulgação).
  • A partir de 2015, inclusivé, e já no seio do movimento associativo, promovem-se e organizam-se eventos anuais com a marca APFB. São eles, a comemoração do Dia Mundial da Biodanza, no mês de Abril (em data próxima da celebração do aniversário de nascimento de Rolando Toro), e o Festival Lusitano de Biodanza.
  • A partir de Fevereiro de 2016 dá-se início a um novo ciclo na vida da Associação, com eleição de novos órgãos sociais cujos serviços se prolongarão até ao início de 2018

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Órgãos Sociais

Mesa da Assembleia Geral
Vasco Fretes

Presidente

Teresa Brandão

Secretária

Cristina Azevedo

Secretária

Direção
José Neves

Presidente

Sofia Marques

Secretario

Luisa Zamith

Tesoureiro

Conselho fiscal
Nuno Cachadinha

Vogal 1

Ana Melo

Vogal 2

Como ser sócio?

Ser facilitador titulado ou em supervisão.
 
A adesão comporta o pagamento de uma joia única e o pagamento de uma quota anual para cada ano civil.
 
Participar sempre que possível nas assembleias gerais.